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domingo, 17 de setembro de 2017

Abrasme* manifesta repúdio às mudanças na Saúde Mental em Curitiba

no Facebook

Abrasme Núcleo Carrano PR manifesta repúdio a transformação dos CAPS da cidade de Curitiba-PR em "CAPS HÍBRIDOS" e convoca a sociedade civil para amplo debate:

A Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, numa iniciativa ilegal frente a Política Nacional de Saúde Mental construída por Conferências Nacionais e Legislações Federais, iniciou um debate interno, sem a participação da sociedade civil por meio dos conselhos e conferências previstas em lei para tal fim, com o objetivo de descaracterizar os serviços de saúde mental do município, tornando-os inespecíficos para usuários com transtornos mentais graves ou transtornos decorrentes do uso abusivo de álcool e outras drogas. 

Com a premissa de que a rede tem um mau funcionamento e de que estes dispositivos "não tem evidência cientifica de resolutividade”, como disseminado pelo atual Coordenador Nacional de Saúde Mental Quirino Cordeiro Júnior, a reorganização do serviços fundirá os CAPS para transtorno mentais graves como psicoses, esquizofrenias e depressões com os CAPS Ad, para transtorno mental decorrentes do uso abusivo de álcool e outras drogas. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Conselho Nacional de Saúde reafirma estratégia de saúde da família


O Conselho Nacional de Saúde (CNS) debateu nessa quinta-feira (14/9), em Brasília, a reformulação da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Na 297ª Reunião Ordinária, os conselheiros reafirmaram que o Estado deve garantir serviços de saúde gratuitamente e de qualidade, e manifestaram mais uma vez preocupação com a revisão da Atenção Básica, que foi pactuada na última Comissão Intergestora Tripartite (CIT), em agosto deste ano.

O CNS aprovou a manutenção da Recomendação do CNS nº35/2017 que garante o amplo debate sobre a PNAB no âmbito dos conselhos e recomenda que o Ministério da Saúde (MS) não publique os textos de atualização da política pactuados na última reunião tripartite.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

"Pay-for-Value": A saúde privada enfim terá descoberto a pólvora?

Remuneração em saúde é tema de debate em Congresso Internacional

recebi por email da SB Comunicação 

“A remuneração de serviços de saúde utilizada na maior parte das instituições brasileiras, baseada na produção, é um modelo defasado que propicia o desperdício de recursos”. A afirmação é de Flávio Bitter, diretor técnico e de produtos da Bradesco Saúde e vice-presidente da Fenasaúde. Bitter é um dos participantes do IV Congresso Internacional CBA 2017, como debatedor no painel “Caminhos da remuneração baseada em valor”.

Ele explica que a remuneração baseada em valor, o pay-for-value adota mecanismos baseados nos desfechos clínicos e não somente nos procedimentos, pois paga pela produção de resultado para o paciente e, além disso, não cria distorções no modelo. “Não há desvantagens e sim grandes desafios na sua implementação”, alerta ele. Esse novo modelo foi criado em oposição ao que é majoritariamente adotado no Brasil e no mundo: o fee-for-service ou pagamento por procedimento. Na opinião de Bitter, o modelo antigo está ultrapassado, mas tem um ponto positivo que é a facilidade da cobrança. “No entanto, a sua manutenção permanecerá gerando grandes desvios e não é possível pensar em um sistema sustentável com ela”, complementa o executivo.

Abrasco vai pedir nulidade da lei que autoriza o capital estrangeiro na Saúde


Segundo delações do doleiro Lúcio Funaro, a liberação do capital estrangeiro na saúde, por meio da Medida Provisória 656/2014 e posterior Lei 13.097/2015, foi obtida mediante propina paga por empresas de planos de saúde e hospitais privados, conforme notícia destacada nos meios de comunicação.
A se confirmar o conteúdo da delação de Funaro, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco, juntamente com entidades da saúde e da sociedade civil, acionarão os mecanismos necessários para que a inconstitucionalidade da lei do capital estrangeiro seja analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com fundamento na existência de vício na sua origem.

Uma brecha para salvar o SUS

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Ações que o STF julgará em dias podem destinar royalties do Pré-Sal à Saúde Pública e anular congelamento dos gastos sociais. Mídia cala-se, em mais um tema crucial
Por Grazielle David no Outras Palavras (dica do César Titton)

Depois de sucessivas desilusões, eis que surge uma esperança, jurídica, para o financiamento da Saúde Pública: a restituição dos royalties do petróleo como recurso financeiro adicional, por decisão liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade no 5.595. Processo foi liberado hoje (12/9) para pauta no plenário do STF.
Breve histórico do financiamento da saúde pública
Quando da promulgação da Constituição em 1988, no artigo que menciona que a saúde é direito de todos e dever do Estado, os constituintes “esqueceram” de dizer de onde viria o dinheiro. Em uma busca constante e incansável de financiamento adequado, apoiadores do SUS foram ao Legislativo e ao Judiciário para salvar não apenas o Sistema Único de Saude, mas a vida dos milhões de brasileiros.
Somente após doze anos, uma primeira vitória parecia surgir no horizonte. A Emenda Constitucional no 29/2000 iniciou o processo para garantir um valor mínimo a ser aplicado em ações e serviços públicos de saúde. Porém, ela descreveu apenas de onde o dinheiro deveria vir, no caso dos estados e municípios, mas não o valor. No que diz respeito à União foi pior: uma nova lei teria que ser editada. Assim, a busca do SUS por um financiamento adequado, progressivo e justo permaneceu. Foram necessários mais doze anos para que a Lei Complementar 141/2012 fosse aprovada. Ali, finalmente, as fontes e porcentagens de recursos foram estipuladas.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

[Retrocesso!!!] Agência Nacional de Saúde Suplementar dá sinal verde para planos de saúde populares

Relatório aprovado pela entidade diz não haver obstáculos para planos com mensalidades mais baixas e cobertura reduzida



Documento aprovado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre caminho para que planos de saúde acessíveis (com mensalidades mais baixas e cobertura reduzida) sejam vendidos no País. Fruto de um análise feita por um grupo de trabalho convocado pela ANS, o relatório afirma não haver obstáculos para os principais pontos sugeridos para esses planos.

A ANS, por exemplo, dá sinal verde para a coparticipação (um valor que usuários devem pagar todas as vezes em que usam os serviços do plano) e para acabar com a exigência de que planos ambulatoriais garantam a internação de emergência a seus usuários, nas primeiras 24 horas.

Como posso saber a escala dos médicos que atendem no serviço público?

via Min.da Transparência  @CGUonline

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Orçamento 2018: Brasil à beira do caos

Proposta encaminhada pelo Executivo para o Congresso reduz de maneira drástica o orçamento para investimentos, tecnologia e políticas sociais no país.

na página do INESC

Conforme rege a legislação, em 31 de agosto de 2017, o Executivo encaminhou para o Legislativo a proposta orçamentária para 2018 (PLOA 2018).
As informações ali contidas são de arrepiar, pois evidenciam um projeto de Nação em que se perde a perspectiva de futuro, ao reduzir muito o orçamento para investimentos e tecnologia e ignora vidas no presente ao reduzir o orçamento para as políticas sociais[1]:
Ministérios prestes a desaparecer: orçamentos encolhidos em mais de dois terços
Cidades: queda de 86%
Integração Nacional: queda de 72%
Esporte: queda de 67%
Turismo: queda de 68%
Sem investimentos e sem tecnologia: como o país vai crescer?

[Da série "Delícias do Livre Mercado"] Nos Estados Unidos hospital cobra pais por segurarem bebê após o parto




Já pensou ter que pagar cerca de R$121 reais para segurar seu filho logo após ele nascer? Foi o que aconteceu com pais americanos no ano passadoA fatura do hospital causou surpresa pelo item “pele com pele após cesárea”. O serviço consistiu em deixar o pai segurar a criança perto da mãe. O primeiro carinho que a criança recebeu ao nascer.

Os pais não chegaram a reclamar da situação e pagaram os US$39,25. O valor cobrado se justificaria porque um membro da equipe de enfermagem deveria estar no quarto acompanhando o momento.

A prestação privada de alguns serviços de saúde chamam a atenção. No início deste ano, nove hospitais particulares da Região Metropolitana de Goiânia foram autuados por cobrarem o uso de TV e ar condicionado dos pacientes.

Uma paciente denunciou que apesar de ter plano de saúde que garantia o direito ao uso do apartamento, recebeu uma cobrança no valor de R$100 pelo uso do ar condicionado.

Bernie Sanders: Why We Need Medicare for All

By BERNIE SANDERS* no NYT (dica do Carlos Morel @cmmorel)

Health care activists protesting on Capitol Hill in July. CreditAaron P. Bernstein/Reuters

This is a pivotal moment in American history. Do we, as a nation, join the rest of the industrialized world and guarantee comprehensive health care to every person as a human right? Or do we maintain a system that is enormously expensive, wasteful and bureaucratic, and is designed to maximize profits for big insurance companies, the pharmaceutical industry, Wall Street and medical equipment suppliers?

We remain the only major country on earth that allows chief executives and stockholders in the health care industry to get incredibly rich, while tens of millions of people suffer because they can’t get the health care they need. This is not what the United States should be about.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Ainda sobre o mundo obsceno em que vivemos: Página no Facebook faz campanha para espantar mendigos de Ipanema

A página “Alerta Ipanema” pede para as pessoas não darem esmolas, assim os mendigos vão para Santa Cruz, Nova Iguaçu ou Campo Grande, pois “aqui eles não nasceram”.



Uma página do Facebook intitulada “Alerta Ipanema” faz campanha para espantar mendigos do bairro. Uma postagem deste domingo (10), pede que moradores não deem esmolas, pois assim eles não voltam mais.

A postagem afirma que, apesar de serem retirados pela Superintendência da Zona Sul e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro e encaminhados para abrigos, os mendigos sempre voltam, ao invés de ir para Santa Cruz, Nova Iguaçu ou Campo Grande. “Nascer aqui eles não nasceram. Vem porque tem algo de bom. Esse algo de bom são as pessoas que dão esmola e comida”, diz o post.

Sobre a obscenidade


Constatação básica (e certeira) sobre a treta MBL/Santander/Prefeito tucanóide de POA

por cidadão médio
@manotelli


O erro foi fazer a exposição queer no interior do Santander Cultural. Se botassem os quadros na vidraça dos bancos o MBL defenderia.

domingo, 10 de setembro de 2017

Florestan Fernandes Junior sobre depoimento de Palocci: “Ligando os pontos”

Palocci




Em 2007 a Petrobras descobre campos enormes de petróleo em águas ultra-profundas do nosso litoral. Uma reserva de mais de 80 bilhões de barris de petróleo.

Um ano depois, em janeiro de 2008 foram roubados 4 laptops e 2 HDS com informações sigilosas da bacia de Santos. Dados de 30 anos de pesquisas da Petrobras no valor estimado de 2 bilhões de dólares. 

Em 30 de outubro de 2009, o WikiLeaks uma organização transnacional com sede na Suécia publica em sua página informações “vazadas” de governos e empresas assuntos estratégicos de interesse público. No documento, o nome do juiz Sérgio Moro é citado como participante de uma conferência promovida pelo programa Bridges Project (“Projeto Pontes”), vinculado ao Departamento de Estado Norte-Americano, cujo objetivo era “consolidar o treinamento bilateral [entre Estados Unidos e Brasil] para aplicação da lei”.

sábado, 9 de setembro de 2017

Nada como um Geddel depois do outro