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segunda-feira, 27 de março de 2017

NOTA ABRASCO ‘Para enfrentar a obesidade é necessário fazer muito mais que descascar alimentos in natura’

via ABRASCO

No dia 14 de março, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que, para enfrentar a obesidade infantil, é preciso “ensinar a população de novo a descascar mais e desembalar menos”. Ainda que a afirmação seja pertinente, trata-se de apenas uma entre as inúmeras ações necessárias para enfrentar, de maneira efetiva, o problema, que exige uma abordagem coletiva e estrutural, e não apenas focada nos indivíduos. Nós pesquisadores, militantes, professores e ativistas defensores do direito humano à alimentação adequada e saudável vimos a público repudiar afirmações como esta que reduzem a relevância deste tema na agenda da alimentação e nutrição em saúde coletiva. Afirmações descontextualizadas podem soar negativamente no contexto das ações de emancipação feminina, as quais precisam ser fortalecidas frente ao cenário político atual de ataques aos direitos sociais. O papel das mulheres frente à preparação de refeições, historicamente relacionado à cozinha e à organização das tarefas domésticas, precisa ser discutido e problematizado a fim de se romper com a divisão sexual do trabalho e criar uma divisão social e/ou familiar colaborativa e compartilhada. É preciso ressignificar as práticas alimentares e a alimentação como um fenômeno social, estimulando que a preparação e o compartilhamento de refeições sejam reincorporados ao cotidiano das pessoas, mas não delegando esta função exclusivamente às mulheres. Se, por um lado, novas práticas alimentares podem ser assumidas pela população, por outro há processos que cabem fundamentalmente ao governo, que é responsável por implementar ações que fogem ao escopo de atuação dos indivíduos, especialmente aquelas que visam regular as práticas do setor privado comercial que são contrárias à saúde da  população, e induzir processos que facilitem as escolhas alimentares saudáveis. Portanto, é preciso (e urgente) avançar em medidas intersetoriais, de cunho estrutural, que incidam sobre o sistema alimentar em favor da saúde e do direito humano à alimentação adequada.

Força descomunal desfaz conquistas sociais e suga Brasil de volta ao passado

Terceirização também afetará previdência e FGTS
INSS e construção civil vão resistir à falta de recursos?

CORRAM PARA AS MONTANHAS, ESTOQUEM ÁGUA: É A FÚRIA LEGISFERANTE
Os manuais de comportamento ante a ocorrência de catástrofes mandam adotar procedimentos padrões destinados a salvar o maior número de pessoas enquanto tsunamis, furacões, incêndios ou tempestades de areia devastam extensas áreas antes habitáveis. Fruto do empirismo da raça humana, ao longo dos séculos os ensinamentos consagrados nesses manuais garantiram a sobrevivência da raça humana mesmo quando se desperta a fúria bíblica de elementos da Natureza como água, ar, fogo e terra.
O Brasil de 2017 exige que se recorra a um desses compêndios de resistência a grandes catástrofes. A aprovação a toque de caixa, na última 4ª feira 22 de março, pela Câmara dos Deputados, de uma lei redigida em 1997 e que dormitava nas profundezas das gavetas legislativas desde 1998, é só mais um sinal a nos avisar: uma força descomunal atua sobre o país sugando-o de volta ao passado. Desfaz conquistas sociais antes tidas como sólidas. E os arautos desse inferno que ameaça tragar a todos saem de suas cavernas ancestrais a partir de uma espécie de portal que nos conecta diretamente com o Mundo das Trevas do subterrâneo –a Praça dos Três Poderes, em Brasília.

domingo, 26 de março de 2017

Recuo ao século 19, terceirização ampla desmonta sistema de proteção

Para pesquisadora, intenção por trás das reformas é tirar do caminho o Estado indutor do crescimento e coordenador de políticas públicas. Associar flexibilização ao emprego é falácia, critica

por Vitor Nuzzi, da RBA 

REPRODUÇÃO YOU TUBE
Magda: não é flexibilizando e retirando direitos que nós vamos enfrentar o problema do desemprego

São Paulo – Ao impor limite de gastos primários e apresentar propostas de reformas trabalhista e previdenciária, o governo simplesmente busca atender a apelos da livre iniciativa e "remover" obstáculos representados por um Estado indutor de crescimento e articulador de políticas públicas. Essa é, em resumo, a filosofia das medidas da gestão Temer, na visão da desembargadora aposentadora Magda Barros Biavaschi, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Cesit-Unicamp).

Como parte desse processo, ela vê a aprovação do Projeto de Lei 4.302, de terceirização irrestrita, "um bárbaro retrocesso, um salve-se quem puder". Um cenário de universidades sem professores, hospitais sem médicos e empresas aéreas sem pilotos. É um momento grave, observa, "em que a gente precisa discutir o modelo de sociedade que queremos".

sábado, 25 de março de 2017

Artigo especial para coxinhas desinformados: América Latina é uma das regiões mais desiguais do Mundo e com a menor carga tributária

La OCDE pide a Latinoamérica que haga pagar más impuestos a las clases altas 


América Latina es una de las regiones más desiguales y tiene la menor carga tributaria en el mundo, según el informe anual de Estadísticas Tributarias en América Latina y el Caribe (1990-2015) presentado este miércoles en la sede de la Cepal en Santiago de Chile. 

Al analizar estos resultados, la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE) pide a América Latina que las clases altas paguen más impuestos. 

“Cuando hablamos de que América Latina debería reforzar su músculo fiscal no es aumentando los impuestos a su clase media, que ya paga una cantidad sustancial, sino revisar las numerosas exenciones fiscales, reforzar los impuestos sobre la renta a los ciudadanos con mayores ingresos y luchar contra la evasión fiscal”, dijo Ángel Melguizo, jefe de la Unidad de América Latina del Centro de Desarrollo de la OCDE, en una entrevista con el diario español El País. 

América Latina recauda en promedio el 22,8% del PIB, frente al 34,3% de la media en los países de la OCDE. No obstante, la brecha se ha reducido 4,6 puntos porcentuales en los últimos 25 años. 

De acuerdo al informe, Cuba está por encima de la media de la OCDE, con el 38,6% de ingresos tributarios respecto a su PIB. 

Sin embargo, de la lista de 24 países analizados, Argentina y Brasil están ligeramente por debajo de la media, con el 32,1% y 31% respectivamente. Otras grandes economías regionales están lejos del promedio, como México (17,4%) y Chile (20,6%). Los últimos en el ranking son Guatemala y República Dominicana. 

El informe señala que entre 1990 y 2015 se registraron avances en la región gracias a “condiciones macroeconómicas favorables, cambios en el diseño de los sistemas tributarios y un fortalecimiento de las instituciones”, recoge El País

En esos 25 años, el continente aumentó la recaudación impositiva más de 7 puntos porcentuales y la brecha con la media de la OCDE se redujo a un mínimo histórico para el periodo, de 11,4 puntos porcentuales. (I)


Esta noticia ha sido publicada originalmente por Diario EL TELÉGRAFO bajo la siguiente dirección: http://www.eltelegrafo.com.ec/noticias/economia/8/la-ocde-pide-a-latinoamerica-que-haga-pagar-mas-impuestos-a-las-clases-altas
Si va a hacer uso de la misma, por favor, cite nuestra fuente y coloque un enlace hacia la nota original. www.eltelegrafo.com.ec

sexta-feira, 24 de março de 2017

Trump está destroçando o sistema público de saúde lá no paraíso dos tucanos e coxinhas...

e nós estamos a caminho... 

Michael Moore @MMFlint25m

Trump & Ryan, to get Repub votes today,have agreed to no longer require insurance companies to cover these 10 things:



A comparação (dolorosa) entre terceirização e escravidão

Na escravidão o escravocrata tinha que alimentar e dar abrigo (senzala) pros escravos. Com terceirização nem isso.
via BlogOO
@Blogoosfero

quinta-feira, 23 de março de 2017

Bob Fernandes sugere a Moro começar investigação de vazamentos por Curitiba



Bob Fernandes/Coercitiva contra blogueiro, e "disenterias": o desobedecer a lei em nome da lei

Debate sobre Reforma da Previdência


quarta-feira, 22 de março de 2017

Ribeira, riqueza cultural




O Vale do Ribeira é a casa das comunidades quilombolas, caiçaras, indígenas, caboclas, de pescadores e de pequenos produtores rurais.

Essa diversidade cultural é raramente encontrada em locais tão próximos de regiões altamente urbanizadas, como São Paulo e Curitiba. Essa é mais uma das características que faz com quem o Ribeira seja tão único e especial!
Conheça um pouco mais sobre o modo de vida dessas comunidades clicando aqui
Cecilia Furquim, Quilombo de Ivaporunduva. Foto: © Loiro Cunha/ISA
Há muitas ameaças pressionando as comunidades que habitam esse tesouro natural. Elas podem perder suas terras se o governo não titulá-las em breve! Precisamos de você nessa luta: compartilhe com seus amigos a petição para titular as terras quilombolas!
Quero compartilhar a petição no Facebook!
Não se esqueça que amanhã, 23/03, vai ao ar o último episódio da websérie Ribeira Essencial.

Muito obrigada!

Raquel Pasinato
Coordenadora do Programa Vale do Ribeira
Instituto Socioambiental - ISA

Mais informações sobre o ISA.
Dúvidas ou comentários, ligue (11) 3515 8975 e fale com Mariana Hessel ou escreva para relacionamento@socioambiental.org

terça-feira, 21 de março de 2017

Não é Reforma! É o FIM DA PREVIDÊNCIA!!!



Veneri promove seminário para debater proposta de reforma da previdência

Conselho Nacional de Saúde alerta: A TERCEIRIZAÇÃO FAZ MAL À SAÚDE


no #susconecta


Nesta segunda-feira (20), o povo brasileiro se depara com a notícia de que o Congresso Nacional poderá votar em caráter de urgência, essa semana, o Projeto que trata sobre a terceirização. A matéria em questão dispõe sobre a terceirização dos serviços prestados por empresas no ramo das atividades urbanas e rurais. Hoje, na condição de presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), é importante afirmar a rejeição à proposta por descumprir os preceitos fundamentais previstos no artigo 7º da Constituição Federal de 1988 e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O Pleno do CNS, por meio da Recomendação nº 006 de 2015, já havia se posicionado sobre o Projeto da terceirização que reforça a precarização das relações trabalhistas e tende a aumentar o número de acidentes de trabalho e doenças relativas ao seu exercício, especialmente os transtornos mentais, que oficialmente ultrapassam 700 mil casos por ano, com 2,7 mil mortes.

O Projeto de Lei representa um retrocesso à organização dos serviços de saúde, prejudicando as trabalhadoras e os trabalhadores e fragilizando a gestão do SUS. A terceirização existente nas ações de saúde vem se mostrando danosa para a qualidade do atendimento aos usuários do SUS.

Durante a 15ª Conferência Nacional de Saúde, instância de grande representação da sociedade civil e de deliberação sobre a política de saúde, que ocorreu em dezembro de 2015, houve um conjunto de propostas aprovadas que demonstrou o desejo da sociedade em rejeitar esse Projeto de Lei. A proposta mais votada da diretriz sobre a valorização do trabalho e da educação em saúde trata sobre a necessidade de lutar para que o poder público assuma a responsabilidade com a extinção da terceirização e com a desprecarização do serviço público nas três esferas de governo.

É com essa premissa que lutamos para valorizar o trabalhador. Temos o dever enfrentar a desvalorização do trabalho e tomarmos nossas frentes de mobilização para que essa proposta seja rejeitada. Nenhum direito a menos!

Conheça a Recomendação 006 sobre o PL da Terceirização

Conheça a Resolução nº 507 sobre as Propostas, Diretrizes e Moções aprovadas na 15ª Conferência Nacional de Saúde

Ronald Ferreira dos Santos
Presidente do Conselho Nacional de Saúde

segunda-feira, 20 de março de 2017

Bolsa família pode impedir ingresso de mais brasileiros na pobreza


Estudo recente do Banco Mundial argumenta que o aumento do orçamento do Programa Bolsa Família (PBF) pode ser fundamental para impedir o ingresso de mais brasileiros na pobreza, dada a crise econômica. Como os salários são a principal fonte de renda das famílias pobres e vulneráveis, a crise põe em risco os avanços do Brasil em redução da pobreza e desigualdade. Ao contrário da tendência da década de 2000, em que, segundo o relatório, o Brasil “alcançou reduções impressionantes nos níveis de pobreza”, esse problema tem aumentado.

domingo, 19 de março de 2017

Recordar é viver... #CarneFraca

no Twitter ano passado...


http://linkis.com/outraspalavras.net/d/cJPlg

sábado, 18 de março de 2017